c o n t a t o

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20/9/12

Rádio libertadora

19/9/12

Família


Obs.: Crátilo Cascatinha, o PAI-PAI acha que o Neymar é seu irmão.

Premio "nobel"

"Quem inventou o vestido, o salto-alto e o perfume devia ganhá um prêmio nobel. É por isso que eu gosto do calor."
(Doutor Discreto)

Obs.: obviamente que esse posto só aconteceu porque o mensageiro falou de uma forma muito engraçada sobre o assunto, além da composição ter ficado pitoresca. Agora, também falo isso pra justificar que eu discordo dessas merda de salto alto e perfume e lambanças no rosto das muié. ISSO É UMA VERGONHA!

Será que ela pode nos salvar?

16/9/12

Mantra

"Dois excessos: excluir a razão, admitir tão somente a razão."
Pascal

14/9/12

Educação

"Pessoas que se enquadram cegamente no coletivo fazem de si mesmas meros objetos materiais, anulando-se como sujeitos dotados de motivação própria (...)

Inclui-se aí a postura de tratar os outros como massa amorfa. Uma democracia não deve apenas funcionar, mas sobretudo trabalhar o seu conceito, e para isso exige pessoas emancipadas. Só é possível imaginar a verdadeira democracia como uma sociedade de emancipados. (...)

A única concretização efetiva da emancipação consiste em que aquelas poucas pessoas interessadas nessa direção orientem toda a sua energia para que a educação seja uma educação para a contestação e para a resistência."

Theodor W. Adorno. Educação e Emancipação. Primeiras frases.

Consumo

"O consumo é o grande emoliente, produtor ou encorajador de imobilismos. Ele é, também, um veículo de narcisismos, por meio dos seus estímulos estéticos, morais, sociais; e aparece como o grande fundamentalismo do nosso tempo, porque alcança e envolve toda a gente. Por isso, o entendimento do que é o mundo passa pelo consumo e pela competitividade, ambos fundados no mesmo sistema da ideologia.

Consumismo e competitividade levam ao emagrecimento moral e intelectual da pessoa, à redução da personalidade e da visão de mundo, convidando, também, a esquecer a oposição fundamental entre a figura do consumidor e a figura do cidadão. As classes chamadas superiores, incluindo as classes médias, jamais quiseram ser cidadãs; os pobres jamais puderam ser cidadãos. As classes médias foram condicionadas a apenas querer privilégios e não direitos. E isso é um dado essencial do entendimento do Brasil: de como os partidos se organizam e funcionam; de como a política se dá, de como a sociedade se move. E aí também as camadas intelectuais têm responsabilidade , porque trasladaram, sem maior imaginação ou criatividade, à condição da classe média européia, lutando pela ampliação dos direitos políticos, econômicos e sociais, para o caso brasileiro e atribuindo, assim, por equívoco, à classe média brasileira um papel de modernização e de progresso que, pela sua própria constituição, ela não poderia ter."

Milton Santos. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Pags 49 e 50.

Medalha! Medalha! Medalha!

10/9/12

Épico

Atrasado

"Ser moderno passou a significar, como significa hoje em dia, ser incapaz de parar e ainda menos de ficar parado. Movemo-nos e continuaremos a nos mover não tanto pelo "adiamento da satisfação", como sugeriu Max Weber, mas por causa da impossibilidade de atingir satisfação: o horizonte da satisfação, a linha de chegada do esforço e o momento da auto-congratulação tranquila movem-se rápido demais. A consumação está sempre no futuro, e os objetivos perdem sua atração e potencial de satisfação no momento de sua realização, se não antes."
Modernidade Líquida, Zygmunt Bauman.

Política é política

(CORREIO DO POVO) Os liberais afirmam que colocar valores em uma discussão política sempre aumenta o risco de uma “tirania da maioria” sobre as minorias. O senhor concorda?

(MICHAEL SANDEL) Sim, eu concordo que colocar valores na discussão política sempre envolve o risco de criar a tirania da maioria, e nunca existe nenhuma garantia de que a maioria esteja certa. Ela pode impor valores à minoria que são injustificados. Esse é um risco de qualquer política que inclua valores. A questão é: qual é a alternativa? Alguns dirão que a alternativa é tentar deixar questões controversas que digam respeito a valores, considerações morais e espirituais de fora da discussão pública. E eu tenho sido crítico em relação a essa visão sobre a política. Eu entendo o impulso de deixar essas questões de fora do discurso público, mas acredito que isso é um erro. E a razão pela qual eu acho que isso é um erro é que eu não acredito que seja possível ou desejável definir direitos fundamentais dos cidadãos e decidir questões políticas importantes de uma maneira que seja neutra em relação a valores. Existe um segundo motivo para considerar essa visão errada. O primeiro motivo é filosófico. O segundo é uma questão de interpretação política. Eu acredito que a tentativa de pedir aos cidadãos que deixem de fora da política convicções morais e espirituais levou a uma política vazia. Leva ou a uma política tecnocrática que não inspira ninguém ou cria um vácuo moral, um vazio, que tende a ser preenchido por pessoas intolerantes, por pessoas que impõem visões morais estreitas a todos os outros. Porque mais cedo ou mais tarde as pessoas querem que a vida pública e a política tenham significado mais amplo. E se você tenta esvaziar a política de significado moral o resultado não será um ponto de vista neutro. Será um vácuo moral que será preenchido por vozes intolerantes e fundamentalistas. E há um terceiro motivo, que está ligado ao novo livro. O que acontece quando você esvazia a política de sentido moral é que você deixa que as forças de mercado decidam a maior parte das questões de nossa sociedade. E as forças do mercado governam. Isso não é neutralidade. É simplesmente dar poder às forças de mercado para tomar decisões muitas vezes lamentáveis, já que os cidadãos não são mais capazes de participar de um debate com maior significado. Por isso eu acredito que uma das razões para que nossas sociedades tenham sido dominadas pelo pensamento de mercado e pelos valores de mercado é que nós não tivemos um debate público moral.

Leia aqui a entrevista na íntegra.

5/9/12

Tâmo frito

30/8/12

Development V

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Development IV



Eu bem que rezei pra que fosse uma piada portuguesa.

Development III

Ministério Público sul-africano acusa mineiros grevistas pela morte de seus colegas

A medida pode ter sido uma alternativa para manter presos 270 manifestantes

Duas semanas depois que a polícia sul-africana abriu fogo contra 3 mil mineiros em greve, matando 34 e ferindo 78 trabalhadores em um dos piores episódios de violência desde o fim do apartheid, os promotores do país acusaram os próprios grevistas pelo assassinato de seus colegas, em vez das forças policiais.

A jogada foi realizada pelo Ministério Público do país nesta quinta-feira (30/08), em uma sessão judicial contra os 270 manifestantes presos durante o protesto. Agora, os detidos terão que responder por homicídio e tentativa de homicídio, como cúmplices do crime.

As denúncias, que podem ter sido uma maneira encontrada pela promotoria de manter os 270 grevistas na prisão, provocaram a ira de sindicatos e movimentos sociais do país. “Isso é intimidação pura”, disse Patrick Cravez, porta-voz de federação sindical sul-africana.

“Os advogados têm de ser muito estúpidos se acham que essas denúncias podem ser aceitas. A noção de que estes mineiros são responsáveis pelas mortes de seus companheiros é um absurdo”, acrescentou Cravez, segundo o jornal norte-americano New York Times.

“As acusações são ilegítimas”, afirmou Pierre de Voz, professor de direito da Universidade da Cidade do Cabo para o New York Times. “Nenhuma corte na África do Sul vai determinar que os mineiros são culpados pela doutrina do propósito comum”.

No dia 16 de agosto, milhares de trabalhadores da Mina de Lonim, no Noroeste da África do Sul, reivindicavam um aumento de 12% dos salários e melhoria nas condições de trabalho quando foram atingidos por tiros de um batalhão de policiais. Em decorrência da repressão, os mineiros continuaram com a greve e outros protestos foram organizados.

Fonte: Opera Mundi

Development II

"Minhas asas estão prontas para o vôo,
Se pudesse, eu retrocederia
Pois eu seria menos feliz
Se permanecesse imerso no tempo vivo."
Gerhard Scholem, Saudação do anjo

"Há um quadro de Klee que se chama Angelus Novus.
Representa um anjo que parece quere rafastar-se de algo que ele encara fixamente.
Seus olhos estão escancarados, sua boca dilatada, suasasas abertas.
O anjo da história deve ter esse aspecto.
Seu rosto está dirigido para o passado.
Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés.
Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos.
Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se em suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las.
Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu.
Essa tempestade é o que chamamos progresso."

Walter Benjamim, 9ª tese sobre o conceito de história.

Development I

"A tradição dos oprimidos nos ensina que o "estado de exceção" em que vivemos é na verdade a regra geral. Precisamos construir um conceito de história que corresponda a essa verdade. Nesse momento, perceberemos que nossa tarefa é originar um verdadeiro estado de exceção; com isso, nossa posição ficará mais forte na luta contra o fascismo. Este se beneficia da circunstância de que seus adversários o enfrentam em nome do progresso, considerado como uma norma histórica. O assombro com o fato de que os episódios que vivemos no séculos XX "ainda" sejam possíveis, não é um assombro filosófico. Ele não gera nenhum conhecimento, a não ser o conhecimento de que aconcepção de história da qual emana semelhante assombro é insustentável."

Walter Benjamin, a tese 8 sobre os conceitos de história.

23/8/12

Película


Bueníssima película.
Gente de todos los lugares.
Musica de toda parte.
Imagenes.
Situaciones complejas.
Hay de todo.

16/8/12

1/8/12

Esclarecimento

"Seu trabalho é na rádio, Vander"
(Kajuru)