"En unos instantes aparecerá el PDF solicitado a pantalla completa"
(persona que estás adentro del ordenador)
18/3/13
15/3/13
13/3/13
Chico primeiro
(Doutor Marmota) A chaminé da capela sistina soltou fumaça preta. Ainda não habemus papam.
(Buey Neerlandés) Haja maconha estragada, amigo!
(5 horas depois)
(Doutor Marmota) HABEMUS PAPAM! Viva a MACONHA!
(Buey Neerlandés) Deve ser o HOLANDÊS ou o URUGUAIO
(2 horas depois Doutor Raposão tem acesso à msg HABEMUS PAPAM! VIva a MACONHA)
(Doutor Raposão) Caramba, só agora fui me dar conta que aquela fumaça branca que sai é maconha... Sugere aí pra escolherem o próximo Secretário num conclave.
(Buey Neerlandés) Haja maconha estragada, amigo!
(5 horas depois)
(Doutor Marmota) HABEMUS PAPAM! Viva a MACONHA!
(Buey Neerlandés) Deve ser o HOLANDÊS ou o URUGUAIO
(2 horas depois Doutor Raposão tem acesso à msg HABEMUS PAPAM! VIva a MACONHA)
(Doutor Raposão) Caramba, só agora fui me dar conta que aquela fumaça branca que sai é maconha... Sugere aí pra escolherem o próximo Secretário num conclave.
Sinapses
"A aritmética pode ser o assunto das cidades democráticas, pois ela ensina relações de igualdade.
Porém, só a geometria deve ser ensinada na oligarquia porque ela demonstra proporções na desigualdade"
(Princípio grego)
Porém, só a geometria deve ser ensinada na oligarquia porque ela demonstra proporções na desigualdade"
(Princípio grego)
Hasta siempre
Se depois da tempestade vem a bonança, depois da bonança vem a tempestade.
Foi assim quando depois das festividades por ocasião do aniversário do Zicão o Mundo foi informado da morte do Chávez.
A tristeza seria infinita não fosse a esperança de que a experiência Venezuelana sirva para a evolução da sociedade.
Hasta la victoria, siempre.
Foi assim quando depois das festividades por ocasião do aniversário do Zicão o Mundo foi informado da morte do Chávez.
A tristeza seria infinita não fosse a esperança de que a experiência Venezuelana sirva para a evolução da sociedade.
Hasta la victoria, siempre.
Palavras
"No momento de falar uma voz sem nome me precedia a muito tempo"
(Michel Foucault - a ordem do discurso)
Complemento nominal em homenagem à torcida arco íris
"vice dinovu!"
Complemento nominal 2:
"Não é a mamãe!"
(Michel Foucault - a ordem do discurso)
Complemento nominal em homenagem à torcida arco íris
"vice dinovu!"
Complemento nominal 2:
"Não é a mamãe!"
2/3/13
...
"(...) e (respira fundo) falar de vocês (embarga a voz) não é fácil, não é fácil.
Os melhores momentos que eu vivi foram juntos com voces. Eu espero que essa relação continue eterna.
De confiança, de fidelidade.
Vocês vão me ter sempre um rubro-negro, todos os dias, todas as noites.
Espero que vocês continuem amando e respeitando esse clube como a gente sempre aprendeu. (...)"
Arthur primeiro e único, dia 02/03/13, véspera dos seus (nossos) 60 anos, em casa.
Denúncia: os tucanos da revolução
O eixo de organização dessa coletânea é a questão da revolução: como esta foi pensada e vivenciada pelas diversas forças, partidos e organizações que reivindicavam o marxismo na América Latina. O embate entre eurocentrismo e excepcionalismo indo-americano e suas sequelas abstratas é apresentado como o principal fator de descaracterização do marxismo na América Latina.
Foram poucos os que conseguiram se manter fiéis à tradição da obra do marxista peruano José Carlos Mariátegui, na elaboração de um marxismo crítico em diálogo com a realidade concreta e sem apelar para os esquematismos eurocêntricos, realçados pelo stalinismo, que proporcionaram análises abstratas da realidade e consequentemente o aborto dos projetos revolucionários.
Essa antologia, portanto, é uma referência fundamental e obrigatória para qualquer estudioso sério da América Latina.
Resenha sobre o livro O marxismo na América Latina, de Michael Löwy, Ed. Perseu Abramo
Aautor da resenha: Maurício Orestes Parisi, no le monde diplo brasil de fevereiro
Foram poucos os que conseguiram se manter fiéis à tradição da obra do marxista peruano José Carlos Mariátegui, na elaboração de um marxismo crítico em diálogo com a realidade concreta e sem apelar para os esquematismos eurocêntricos, realçados pelo stalinismo, que proporcionaram análises abstratas da realidade e consequentemente o aborto dos projetos revolucionários.
Essa antologia, portanto, é uma referência fundamental e obrigatória para qualquer estudioso sério da América Latina.
Resenha sobre o livro O marxismo na América Latina, de Michael Löwy, Ed. Perseu Abramo
Aautor da resenha: Maurício Orestes Parisi, no le monde diplo brasil de fevereiro
1/3/13
Urgente
O Vaticano informou que Joseph Ratzinger passou bem a primeira noite como Papa emérito.
Ele passeou na casa de verão de Castel Gandolfo e viu noticiários.
O Papa emérito vai passar dois meses na residência antes de voltar ao Vaticano.
Com informações da Reuters e colaboração do Frank e da Ilze Scamparini.
Ele passeou na casa de verão de Castel Gandolfo e viu noticiários.
O Papa emérito vai passar dois meses na residência antes de voltar ao Vaticano.
Com informações da Reuters e colaboração do Frank e da Ilze Scamparini.
Tudo
Putaquepariu, como que não publica na íntegra?
Zico
por Mauro Beting em 01.mar.2013 às 13:34h
Zico, em nome do futebol, eu gostaria de te dar 40 anos a menos de idade. Por que sei que você faria na vida tudo de novo. Só não digo que faria ainda melhor que não há como superar o maior artilheiro do Maracanã. O maior ídolo. craque e goleador do clube mais popular do pais mais popular do futebol no planeta.
Mundo que foi todo seu em 1981 com o melhor time brasileiro que vi em 40 anos de estádios e estúdios. Como deveria ter sido em 1982. Como poderia ter sido em 1986 não fosse um joelho doído que você venceu. Como poderia ainda assim ter sido não fosse um chute errado seu num jogo doido.
Erro que só te deixa ainda maior. Por que nenhum outro gênio do esporte teve de se construir como atleta como você. Pouco craque superou tantos problemas para ser o que você é. Um Zico de craque. Um Zico de pessoa.
Arthur poderia se achar. Mas ele não se perde. Só soube ganhar respeito e admiração como soube vencer estaduais, nacionais, libertadores e mundial. Não ganhou a Copa. Mas conquistou o mundo e a história. Ganhou corações como a Hungria de Puskás, a Holanda de Cruyff, o Brasil de Zico.
Mas Zico é do Flamengo. É o Galinho de Quintino. É o Rei do Maracanã.
Cidadão que sempre apareceu vestido de rubro-negro em todas as tantas conquistas de 1971 a 1989. Todos os companheiros estavam sem camisa ou com a do rival vencido nas festas campeãs. Menos quem fez mais. Menos Zico. Sempre vestido inteiro de Flamengo.
“Por respeito ao clube”. É o que me disse meu companheiro de “Zico na Área”, no Esporte Interativo, quando perguntei o motivo de também nas imagens ser o mais rubro-negro de todos.
Respeito que nem sempre o Flamengo deu a quem mais deu ao Flamengo.
O Galinho dos 826 gols. Mais de 50 títulos como jogador e treinador. O menino que ganhou tudo ao ganhar corpo na adolescência num trabalho exemplar do clube. Num esforço comovente dele.
Virou mito, mas não máquina. Nasceu com a alma e o caráter herdados da mãe Matilde e do pai “lusitano”, não “português”. Seu Antunes era Flamengo até morrer. Fez Flamengo a família. Mesmo quando o filho Antunes jogou pelo Fluminense, mesmo quando Edu brilhou pelo América.
Todos foram Flamengo. Ainda mais a partir de 1971. Quando o Maracanã virou puxadinho do lar de Quintino. Palco onde foi dez e Flamengo até 1983. Udine até 1985. Maracanã até 1989. Japão de 1991 a 1994.
O melhor do gênio, do mito, do ídolo e do amigo não é o muito que jogou. É o pouco que exige de admiração. Até as areias do Rio pedem autógrafo a ele. E ele não se porta como rei Arthur. Ele não é estrela de brilho próprio. É sol que ilumina o Rio e o Flamengo.
Jogou muito e fez seus times jogarem muito mais. Por que se cobrava e exigia. Comum com todos, foi incomum como raros. Nunca em 22 anos como jornalista esportivo tive parceiro tão humilde para querer aprender e melhorar. E ele é Zico.
Sempre buscou o máximo. O mínimo que encontrou foi amor incondicional. No país do E.T. Pelé, Zico não é o maior. Mas, na Nação Rubro-Negra, todos são Zico.
Um cara tão bom que parece lenda.
E é.
Mais que parabéns, Zico, obrigado.
Não sou Flamengo.
Mas uma vez Zico, sempre Zico
Zico
por Mauro Beting em 01.mar.2013 às 13:34h
Zico, em nome do futebol, eu gostaria de te dar 40 anos a menos de idade. Por que sei que você faria na vida tudo de novo. Só não digo que faria ainda melhor que não há como superar o maior artilheiro do Maracanã. O maior ídolo. craque e goleador do clube mais popular do pais mais popular do futebol no planeta.
Mundo que foi todo seu em 1981 com o melhor time brasileiro que vi em 40 anos de estádios e estúdios. Como deveria ter sido em 1982. Como poderia ter sido em 1986 não fosse um joelho doído que você venceu. Como poderia ainda assim ter sido não fosse um chute errado seu num jogo doido.
Erro que só te deixa ainda maior. Por que nenhum outro gênio do esporte teve de se construir como atleta como você. Pouco craque superou tantos problemas para ser o que você é. Um Zico de craque. Um Zico de pessoa.
Arthur poderia se achar. Mas ele não se perde. Só soube ganhar respeito e admiração como soube vencer estaduais, nacionais, libertadores e mundial. Não ganhou a Copa. Mas conquistou o mundo e a história. Ganhou corações como a Hungria de Puskás, a Holanda de Cruyff, o Brasil de Zico.
Mas Zico é do Flamengo. É o Galinho de Quintino. É o Rei do Maracanã.
Cidadão que sempre apareceu vestido de rubro-negro em todas as tantas conquistas de 1971 a 1989. Todos os companheiros estavam sem camisa ou com a do rival vencido nas festas campeãs. Menos quem fez mais. Menos Zico. Sempre vestido inteiro de Flamengo.
“Por respeito ao clube”. É o que me disse meu companheiro de “Zico na Área”, no Esporte Interativo, quando perguntei o motivo de também nas imagens ser o mais rubro-negro de todos.
Respeito que nem sempre o Flamengo deu a quem mais deu ao Flamengo.
O Galinho dos 826 gols. Mais de 50 títulos como jogador e treinador. O menino que ganhou tudo ao ganhar corpo na adolescência num trabalho exemplar do clube. Num esforço comovente dele.
Virou mito, mas não máquina. Nasceu com a alma e o caráter herdados da mãe Matilde e do pai “lusitano”, não “português”. Seu Antunes era Flamengo até morrer. Fez Flamengo a família. Mesmo quando o filho Antunes jogou pelo Fluminense, mesmo quando Edu brilhou pelo América.
Todos foram Flamengo. Ainda mais a partir de 1971. Quando o Maracanã virou puxadinho do lar de Quintino. Palco onde foi dez e Flamengo até 1983. Udine até 1985. Maracanã até 1989. Japão de 1991 a 1994.
O melhor do gênio, do mito, do ídolo e do amigo não é o muito que jogou. É o pouco que exige de admiração. Até as areias do Rio pedem autógrafo a ele. E ele não se porta como rei Arthur. Ele não é estrela de brilho próprio. É sol que ilumina o Rio e o Flamengo.
Jogou muito e fez seus times jogarem muito mais. Por que se cobrava e exigia. Comum com todos, foi incomum como raros. Nunca em 22 anos como jornalista esportivo tive parceiro tão humilde para querer aprender e melhorar. E ele é Zico.
Sempre buscou o máximo. O mínimo que encontrou foi amor incondicional. No país do E.T. Pelé, Zico não é o maior. Mas, na Nação Rubro-Negra, todos são Zico.
Um cara tão bom que parece lenda.
E é.
Mais que parabéns, Zico, obrigado.
Não sou Flamengo.
Mas uma vez Zico, sempre Zico
28/2/13
Ética do trabalho
(contexto) um cabra de 23 anos, bem nascido, filho de profissionais liberais no interior de minas, tímido, vai estudar sociologia na capital. Obviamente que no processo de estranhamento social que vive torna-se comunista, questionador dos valores praticados na sociedade atual. Em outras palavras, é um vagabundo. Pra família de médios e grandes burgueses passa a ser quase um pária (mas eles têm a esperança de que ele "evolua"). De menino mimado a escória da sociedade, negando seu processo de formação, lutando contra a sociabilidade, as contradições e a violência de todas as naturezas. Chega ao último semestre mas, obviamente, não conclui os créditos. Inscreve-se em concurso pra professor. Passa e se forma em 3 semanas. E manda uma mensagem. Assim:
(Withe man) Formado e contratado. Saudações a nosotros.
(Doutor marmota) VIVA O ALCOOL! Bora beber em homenagem a crítica a filosofia do direito do Hegel, ou seja, ao Marx! E a você, claro!
(Withe man) vamos no fds. Amanhã eu trabalho!
É... é a vida cumpade.
Ela vai acabar com voce.
Você vai sofrer pelo resto da vida nesse esquemão.
E vai preferir andar com a carteira só com uma nota de 5 reais do que ter de aguentar a hipocrisia dos adultos.
Eu te disse, eu te disse, eu te disse!
(Withe man) Formado e contratado. Saudações a nosotros.
(Doutor marmota) VIVA O ALCOOL! Bora beber em homenagem a crítica a filosofia do direito do Hegel, ou seja, ao Marx! E a você, claro!
(Withe man) vamos no fds. Amanhã eu trabalho!
É... é a vida cumpade.
Ela vai acabar com voce.
Você vai sofrer pelo resto da vida nesse esquemão.
E vai preferir andar com a carteira só com uma nota de 5 reais do que ter de aguentar a hipocrisia dos adultos.
Eu te disse, eu te disse, eu te disse!
24/2/13
22/2/13
MEEEEEEEEEENGOOOOOOO
O maior patrimonio cultural brasileiro segue criando maravilhas...
O rascunho
A perfeição
"Saai do chão, o Flamengo chegooooou!
Ruuubro Negro, vem festejaaar
Saaalve o Manto do Mengão,
Zico é o Rei dessa Nação
Hoje o bicho vai pegar
Mengo vai jogar... é pra lá de bom...
Oh! meu Mengão, eu e você-êêê!
Flamengo vai vencer!
Eu sou Flamengo até morrer..."
Óia, é o caso de pensar em proibir a torcida do Flamengo de cantar isso em um estádio lotado.
O futebol corre o risco de perder a graça, e ainda é provável que os adversários morram de caganeira.
O rascunho
A perfeição
"Saai do chão, o Flamengo chegooooou!
Ruuubro Negro, vem festejaaar
Saaalve o Manto do Mengão,
Zico é o Rei dessa Nação
Hoje o bicho vai pegar
Mengo vai jogar... é pra lá de bom...
Oh! meu Mengão, eu e você-êêê!
Flamengo vai vencer!
Eu sou Flamengo até morrer..."
Óia, é o caso de pensar em proibir a torcida do Flamengo de cantar isso em um estádio lotado.
O futebol corre o risco de perder a graça, e ainda é provável que os adversários morram de caganeira.
7/2/13
Palmares
"A cultura e o folclore são meus
Mas os livros foi você quem escreveu
Quem garante que palmares se entregou?
Quem garante que Zumbi você matou?
Perseguidos sem direitos nem escolas
Como podiam registrar as suas glórias?
Nossa memória foi contada por vocês
E é julgada verdadeira como a própria lei
Por isso temos registrados em toda história
Uma mísera parte de nossas vitórias
É por isso que não temos sopa na colher
E sim anjinhos pra dizer que o lado mal é o candomblé
A energia vem do coração
E a alma não se entrega não"
Trecho de Palmares, do natiruts.
Mas os livros foi você quem escreveu
Quem garante que palmares se entregou?
Quem garante que Zumbi você matou?
Perseguidos sem direitos nem escolas
Como podiam registrar as suas glórias?
Nossa memória foi contada por vocês
E é julgada verdadeira como a própria lei
Por isso temos registrados em toda história
Uma mísera parte de nossas vitórias
É por isso que não temos sopa na colher
E sim anjinhos pra dizer que o lado mal é o candomblé
A energia vem do coração
E a alma não se entrega não"
Trecho de Palmares, do natiruts.
6/2/13
Lento, gradual e seguro
"(...)No início de 1973, antes da queda de Salvador Allende voltei para o Brasil e fui viver clandestinamente em São Paulo. Fiquei até meados de 74 ajudando a juntar os cacos de parte da esquerda, que procurava entender por que havia montado e partido num rabo de foguete. Foi um período duríssimo. Vivia trancado o dia todo. Saía apenas à noite para fazer contatos rápidos. As regras de segurança rigidíssimas justificavam-se: se fosse preso, certamente, seria torturado e morto. Mas, apesar de tudo, valeu a pena. Aos poucos, o trabalho foi sendo retomado nos bairros, nas escolas, no movimento sindical. Algo se mexia. Muito pouco, é verdade, mas se mexia.(...)"
Franklin Martins
Franklin Martins
En bibo II
Após a vitória diante de Costa do Marfim, a Nigéria vai conquistando vaga na final da Copa Africana das Nações vencendo Mali por 4 a 0, aos 20 do segundo tempo, gols de Echiejile (25), Ideye (30), Emenike (44) e Musa (15 do 2ºt).
A vontade e ousadia dos jovens nigerianos, em especial dos atacantes Emenike e Moses, encontrou uma combinação tal com a experiência de Enyeama e Obi Mikel que a Nigéria supera a condição de promessa e torna-se realidade, de modo que já é favorita para conquistar a África esse ano.
No outro jogo Gana, de Asamoah Gian e Kwadwo Asamoah, é favorita contra Burkina Faso.
A final promete.
Os 90 milhões de Nigerianos ficariam bem mais felizes.
E Yekini, sabe-se lá onde, também.
A vontade e ousadia dos jovens nigerianos, em especial dos atacantes Emenike e Moses, encontrou uma combinação tal com a experiência de Enyeama e Obi Mikel que a Nigéria supera a condição de promessa e torna-se realidade, de modo que já é favorita para conquistar a África esse ano.
No outro jogo Gana, de Asamoah Gian e Kwadwo Asamoah, é favorita contra Burkina Faso.
A final promete.
Os 90 milhões de Nigerianos ficariam bem mais felizes.
E Yekini, sabe-se lá onde, também.
3/2/13
En bibo
Costa do Marfim e Nigéria, valendo vaga na semifinal da Copa Africana de Nações.
Os elefantes são favoritos contra a superáguias.
O vencedor da competição estará no Brasil em junho, na Copa das Confederações.
Obviamente que a torcida é por Costa do Marfim, país com o qual temos relações políticas muito próximas.
Quem vencer pega Mali.
Os elefantes são favoritos contra a superáguias.
O vencedor da competição estará no Brasil em junho, na Copa das Confederações.
Obviamente que a torcida é por Costa do Marfim, país com o qual temos relações políticas muito próximas.
Quem vencer pega Mali.
2/2/13
Suscribirse a:
Entradas (Atom)



