c o n t a t o

Para hablar con Marmota iscriba para doutormarmota@gmail.com

17/5/11

Perigo

Essa Universidade é um perigo.
Ainda bem que eu vou lá no máximo 3 vezes por semana.
(Buey Preocupado)

Prioridades

Coloca no prano que tem que construir um PUNHETÓDROMO aqui na biblioteca. URGENTE. Bota no PAC também.
(Buey Desesperado)

14/5/11

Mensagem (in)útil

"Use seat bottom cushion for flotation"
(Plane)

Eu quero ver gol


Mensagem:
"Im muslim For ever , I love Oussama ben laden
I dont Stop The Hacking , Fuck Obama Fuck America
Al-MoJaHeDeN Group"

contatos do TeRoRisTe_Mc: rR5r@hotmeill.com e mc-security@hotmail.com

hasta la victoria, siempre!

13/5/11

Liberdade

Homenagem a 13 de maio de 1888.
Abolição da escravatura.
Que bom que, dependendo do olhar, há algum indício de evolução.

5/5/11

Palavras

Tuítero

Profecia

"Cara, nesse ritmo cê vai virá o Zizek. Só que vai ficá apenas com os trejeitos dele. Sem o brilhantismo."
(Doutor Sumido)

2/5/11

Próxima estación: esperanza

(Lixão) Por que é difícil entender a vulnerabilidade econômica e reagir a ela?

(Zygmunt Bauman) Entre outros motivos, porque categorias de pessoas cronicamente carentes tendem a aceitar a sua sorte por conta de certa inevitabilidade, ou normalidade, que seja. Sofrem docilmente. São ineptas para denunciar as condições em que vivem. Acho muito pouco provável que cheguemos a um modelo "não contencioso" de sociedade justa. Porque enfrentamos dilemas insolúveis, sendo assim, nosso caminho será o de uma solução "acordada" de sociedade justa.


(Lixão) Que saídas têm os jovens nesse tempo em que a justiça será mais fruto de um acordo do que de um consenso? Que narrativas de vida o mundo globalizado lhes oferece?

(Zygmunt Bauman) Respondo pensando na formação superior de milhares de jovens hoje em dia. As mais prestigiosas instituições acadêmicas do mundo, que concedem os diplomas mais cobiçados, estão ano a ano, constante e incansavelmente, se afastando do chamado "mercado social" e mesmo das multidões de estudantes cujas esperanças de prêmios cintilantes elas acenderam e inflamaram. Como o analista econômico William D. Cohan informou recentemente, o preço de anualidades e taxas em Harvard subiu 5% ao ano, nas últimas duas décadas. Em 2011, a anuidade atingiu o patamar de US$ 52 mil. Para arcar com essa quantia, alguém teria de ganhar no mínimo US$ 100 mil anuais, livres de impostos. Contudo, dos 30 mil candidatos a Harvard no ano passado, somente 7,2% foram aceitos. E a demanda por vaga continua alta. Para milhares de casais para os quais esses valores, embora exorbitantes, não são obstáculo, fazer com que seus filhos frequentem Harvard ou algum outro estabelecimento acadêmico desse porte é questão de rotina. E não só: a decisão pode ser compreendida como o exercício de um direito herdado, o preenchimento de um dever familiar e o toque final antes que estes jovens se acomodem no lugar que lhes é destinado pela elite. Mas também existem outros milhares de casais dispostos a sacrifícios financeiros para conduzir seus filhos a essa mesma elite, de tal forma que seus netos possam aspirar à mesma formação, tornando tal passagem uma legítima expectativa. Mas, será que este é um bom projeto de vida? Cohan vem com uma lista impressionante de novos bilionários, de Steve Jobs, fundador da Apple, ao inventor do Twitter, Jack Dorsey, e o fundador do Tumblr, David Karp - e todos, sem exceção, abandonaram os estudos. Karp bateu o recorde ao não passar um único dia no câmpus desde que largou o colegial no primeiro ano.



(Lixão) Não é justamente isso o que move a economia? O "apetite pela novidade" não seria um elemento constitutivo do capitalismo?

(Zygmunt Bauman) Como destacou Adam Smith, o grande teórico de A Riqueza das Nações, devemos nosso suprimento diário de pão fresco à ganância do padeiro, e não ao seu altruísmo ou aos seus elevados padrões morais. É graças à gana, de resto absolutamente humana, pelo lucro que os bens são levados às bancas do mercado e nós podemos ter a certeza de encontrá-los lá. O próprio Amartya Sen admite que não é possível ter uma economia florescente sem a ampla participação dos mercados, também imprescindíveis para a constituição de um mundo próspero e justo. Mas o que se coloca em questão hoje é a capacidade de uma sociedade de resolver, ainda que imperfeitamente, os problemas que ela própria cria, ou os conflitos e os antagonismos sociais que ameaçam sua preservação. A solução, me parece, não virá do reforço ininterrupto do "apetite pela novidade", nem da ganância ou avareza que mantêm a economia florescendo. Afinal, que aspectos da condição humana levam os indivíduos a buscarem compensações nos mercados? Há alternativas a isso? Tim Jackson propõe uma reação baseada em três pontos: 1. conscientizar as pessoas de que o crescimento econômico tem limites. 2. convencer os capitalistas a distribuir lucros não apenas segundo critérios financeiros, mas em função dos benefícios sociais e ambientais. 3. Mudar a "lógica social" dos governos, para que os cidadãos enriqueçam suas existências por outros meios, que não só o material. Como se vê, a economia já não pode mais depender apenas da ganância do padeiro. Terá de se apoiar numa coexistência humana organizada, de que ainda dispomos.

fonte: Lixão

Vergonha nacional

"Nos espaços menos visíveis do aparato público, povoados pela grande massa dos funcionários incógnitos, vicejam o ceticismo e o desânimo, com nítido e inconteste predomínio da questão salarial. Vive-se, aqui, em clima de ausência de compromissos com o Estado, de desesperança e confusão ideológica, de alheamento para com as questões substantivas e os dispositivos legais de natureza mais geral. Por outro lado, nos espaços mais capazes de vocalização e projeção, recortados pela atuação das vanguardas sindicais e associativas, vigora um implacável espírito de corporação, direcionado para banalizar o entendimento do todo, condicionar a perspectiva analítica à explicitação de uma inesgotável agenda de reivindicações e reduzir toda e qualquer discussão à dimensão dos direitos, com a consequente diminuição do peso relativo das obrigações, das responsabilidades, das possibilidades efetivas."

Marco Aurélio Nogueira no texto "Sobre o Estado e o Gestor Público de que se Necessita"

Obs. (quinem no bróguio do G^odóio): O posto é tão bão que merece ser postado dinovu.

14/4/11

Vergonha nacional

"Nos espaços menos visíveis do aparato público, povoados pela grande massa dos funcionários incógnitos, vicejam o ceticismo e o desânimo, com nítido e inconteste predomínio da questão salarial. Vive-se, aqui, em clima de ausência de compromissos com o Estado, de desesperança e confusão ideológica, de alheamento para com as questões substantivas e os dispositivos legais de natureza mais geral. Por outro lado, nos espaços mais capazes de vocalização e projeção, recortados pela atuação das vanguardas sindicais e associativas, vigora um implacável espírito de corporação, direcionado para banalizar o entendimento do todo, condicionar a perspectiva analítica à explicitação de uma inesgotável agenda de reivindicações e reduzir toda e qualquer discussão à dimensão dos direitos, com a consequente diminuição do peso relativo das obrigações, das responsabilidades, das possibilidades efetivas."

Marco Aurélio Nogueira no texto "Sobre o Estado e o Gestor Público de que se Necessita"

12/4/11

Nomes

Heurelho

7/4/11

Manchete

O FLORminenC está em situação DELICADA na Libertadores.
Ui!

Estilo

Tombinha pouca telha.

Eficiência

"I hate efficiency. I hate it with a passion. It always seems to drive people into making absurd and dangerous decisions. In a world where the future is unknowable, that is where uncertainty reins supreme, it is a very stupid strategy to attempt to be efficient. Dinosaurs were very efficient. Supremely so. They thus ruled the earth for a length of time that makes us look like tiny and insignificant amateurs. Their problem was that they became too efficient. They stopped thinking. They had no back up plan. They had no redundancy. So they could not withstand a shock in their environment. The unknown eventually popped up and rendered all that efficiency as monumentally inefficient. I realize that this is a gross simplification, but bear with me, it’s an analogy."

Fonte: Real World Economics Review Bróguio, escrito por Peter Radford

Protesto (só tem no bróguio do Marmota!): No estás en español porque el Buey de aquel país estás en london pub y no puedes traducir para el portugues para que podamos disponibilissssar en sudamericanêis.

5/4/11

Confere com o original

"Godoioismo" ™

Semelhanças

(Larry) bicho, a grande diferença entre eu e você é simples.
(Larry) ambos sabemos que a burocracia num serve pra nada.
(Larry) mas voce ainda acredita na política.
(Curly) calma que eu ainda vô desisti.
(Larry) EU SÓ ACREDITO EM MIM MESMO. E TENHO DÙVIDAS.
(Curly) UHAHAHUAHUUHAHUAHUHUAHUA

Raimundo nonato

Fantástico. Faltou dizer, entretanto, que todos foram de cabeça.

4/4/11

Pré-crâniano

Alô DINOSSAURO! ESTOY EXTINTO!
(Buey Neerlandés)

Escravidão

"PLANTATION DE NOVILHAS!"
(Buey Español)

2/4/11

Visão de futuro

(Clandestino) tá na paz?
(Doutor Botella) to demais. e vc? 100%?
(Clandestino) bicho, oce lembra do tanto que era bão brigá contra a burocracia?
então, se to brigando contra ela não tem como estar 100%
(Doutor Botella) hahahaha. Cê tá fudido, bicho. É a sua vocação, não lute contra isso. Aceite e seja feliz.
(Clandestino) hahuahuahua
(Clandestino) nada disso. fui feito pra agoar as plantas, namorá, jogá videogame, assití futebol, escutá música e conversá com os bacana. tem tempo que já desisti dessa vida xarope.
(Doutor Botella) hehehehe.
(Doutor Botella) olha, escuta uma coisa
(Doutor Botella) EXISTE VIDA INTELIGENTE e ela não está no governo. com raras exceções como vc. então, a não ser que vc encare isso como um sacrifício pela coletividade, uma missão de melhorar o serviço público, procure algo melhor para fazer. porque vc corre o sério risco de viver frustrado. PALAVRAS DE UM EX-FRUSTRADO.
(Clandestino) é... belo conselho. VAI PO MARMOTA!
(Clandestino) Em breve nos vemos aí em Barcelona. Levarei uma cachaça e uma camisa do Mengão pro Manu Chao. Avisa ele.