Doutor Marmota
"Doente? Doente é quem não bebe!"
14/03/12
13/03/12
Esclarecimento
Eu tô te explicando
Prá te confundir
Eu tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar
tô - tom zé
08/03/12
Pau no cú do positivismo
"Entre as várias razões que estimularam a recepção de Gramsci no Brasil a partir dos anos 60, uma das mais importantes foi sem dúvida o desejo de levantar a chapa de chumbo do positivismo, que pesava com várias toneladas não só sobre a cultura "republicana" brasileira desde o fim do século 19, mas também sobre a cultura política da esquerda marxista.
Mais conjunturalmente, se tratava de encontrar pontos de apoio político-filosóficos para resistir à onda de marxo-positivismo estruturalista promovida por Althusser e seus discípulos, que vinha tendo grande impacto na França e no Brasil. É nesse contexto que vários pensadores marxistas brasileiros -- entre os quais Carlos Nelson Coutinho tem um papel pioneiro -- vão começar a introduzir o pensamento de Gramsci no Brasil, traduzindo suas obras e utilizando seus conceit os para interpretar a realidade brasileira.
A obra de Antonio Gramsci representa, com efeito, uma das tentativas mais radicais de libertar o marxismo da herança cientificista e positivista que predominou na versão "ortodoxa", tanto da Segunda Internacional (Plekhanov, Kautsky) como da Terceira (Bukharin, Stalin).
(...)Polemizando contra o historicismo, Louis Althusser insistia que Marx era "um homem de ciência como os outros", comparável, em seu terreno, a Lavoisier ou Galileu. Sem o dizer de forma explícita, ele se opunha diretamente a uma tese de Gramsci, que escrevia: "Graziadei [...] coloca Marx como unidade em uma série de grandes cientistas. Erro fundamental: nenhum dos outros produziu uma concepção original e integral do mundo". Essa visão do mundo, a filosofia da práxis, não pode ser decomposta em uma ciência positiva de um lado e uma ética do outro: ela supera, em uma síntese dialética, a oposição tradicional entre "fatos" e "valores", ser e dever-ser, conhecimento e ação, teoria e prática.
Na sua tentativa de reconstrução do marxismo e do comunismo, Gramsci submete a uma crítica radical a doutrina predominante na Terceira Internacional, que tem uma de suas manifestações mais intel igentes no livro de Nikolai Bukharin sobre o materialismo histórico, o Manual Popular de Sociologia Marxista (1922). Trata-se, para o autor dos Cadernos, de uma obra totalmente prisioneira de um conceito de ciência copiado das ciências naturais -- segundo o princípio fixado pelo positivismo de que estas são a única forma possível de ciência. O resultado é que a compreensão de Bukharin da história não é dialética, mas inspirada por um "chato e vulgar evolucionismo" que pretende fazer "previsões científicas" análogas às que buscam as "ciências exatas".
É interessante observar que alguns anos antes Georg Lukács havia criticado o manual de Bukharin em termos bastante semelhantes na revista Archiv für die Geschichte des Sozialismus und der Arbeiterbewegung (1925). É muito pouco provável que Gramsci tivesse lido esse ensaio: simplesmente os dois partilhavam uma mesma orientação filosófica, historicista/dialética, humanista revolucionária e antipositivista, da qual participavam também outros pensadores marxistas como Karl Korsch ou -- desconhecido na Europa -- o peruano José Carlos Mariátegui.
Gramsci praticamente não conhecia os trabalhos de Lukács; e este último só descobriu o marxista italiano a partir dos anos 60. Mas, numa entrevista de julho de 1971 -- pouco antes de sua morte -- para a revista inglesa New Left Review, o filósofo húngaro reconhece que ele, Karl Korsch e Antonio Gramsci haviam tentado lutar, cada um à sua maneira, contra o positivismo e o mecanicismo que o movimento comunista havia herdado da Segunda Internacional. Lukács acrescenta o seguinte comentário retrospectivo: "Gramsci era o melhor entre nós"."
Trechos do texto: "O pensador heterodoxo", de Michael Löwy
Mais conjunturalmente, se tratava de encontrar pontos de apoio político-filosóficos para resistir à onda de marxo-positivismo estruturalista promovida por Althusser e seus discípulos, que vinha tendo grande impacto na França e no Brasil. É nesse contexto que vários pensadores marxistas brasileiros -- entre os quais Carlos Nelson Coutinho tem um papel pioneiro -- vão começar a introduzir o pensamento de Gramsci no Brasil, traduzindo suas obras e utilizando seus conceit os para interpretar a realidade brasileira.
A obra de Antonio Gramsci representa, com efeito, uma das tentativas mais radicais de libertar o marxismo da herança cientificista e positivista que predominou na versão "ortodoxa", tanto da Segunda Internacional (Plekhanov, Kautsky) como da Terceira (Bukharin, Stalin).
(...)Polemizando contra o historicismo, Louis Althusser insistia que Marx era "um homem de ciência como os outros", comparável, em seu terreno, a Lavoisier ou Galileu. Sem o dizer de forma explícita, ele se opunha diretamente a uma tese de Gramsci, que escrevia: "Graziadei [...] coloca Marx como unidade em uma série de grandes cientistas. Erro fundamental: nenhum dos outros produziu uma concepção original e integral do mundo". Essa visão do mundo, a filosofia da práxis, não pode ser decomposta em uma ciência positiva de um lado e uma ética do outro: ela supera, em uma síntese dialética, a oposição tradicional entre "fatos" e "valores", ser e dever-ser, conhecimento e ação, teoria e prática.
Na sua tentativa de reconstrução do marxismo e do comunismo, Gramsci submete a uma crítica radical a doutrina predominante na Terceira Internacional, que tem uma de suas manifestações mais intel igentes no livro de Nikolai Bukharin sobre o materialismo histórico, o Manual Popular de Sociologia Marxista (1922). Trata-se, para o autor dos Cadernos, de uma obra totalmente prisioneira de um conceito de ciência copiado das ciências naturais -- segundo o princípio fixado pelo positivismo de que estas são a única forma possível de ciência. O resultado é que a compreensão de Bukharin da história não é dialética, mas inspirada por um "chato e vulgar evolucionismo" que pretende fazer "previsões científicas" análogas às que buscam as "ciências exatas".
É interessante observar que alguns anos antes Georg Lukács havia criticado o manual de Bukharin em termos bastante semelhantes na revista Archiv für die Geschichte des Sozialismus und der Arbeiterbewegung (1925). É muito pouco provável que Gramsci tivesse lido esse ensaio: simplesmente os dois partilhavam uma mesma orientação filosófica, historicista/dialética, humanista revolucionária e antipositivista, da qual participavam também outros pensadores marxistas como Karl Korsch ou -- desconhecido na Europa -- o peruano José Carlos Mariátegui.
Gramsci praticamente não conhecia os trabalhos de Lukács; e este último só descobriu o marxista italiano a partir dos anos 60. Mas, numa entrevista de julho de 1971 -- pouco antes de sua morte -- para a revista inglesa New Left Review, o filósofo húngaro reconhece que ele, Karl Korsch e Antonio Gramsci haviam tentado lutar, cada um à sua maneira, contra o positivismo e o mecanicismo que o movimento comunista havia herdado da Segunda Internacional. Lukács acrescenta o seguinte comentário retrospectivo: "Gramsci era o melhor entre nós"."
Trechos do texto: "O pensador heterodoxo", de Michael Löwy
Ideologia e filosofia
"Com efeito, ao mostrar que filosofia é também uma ideologia, Gramsci define esta última como ‘unidade de fé entre uma concepção do mundo e uma norma de conduta adequada a ela [...]. É por isso, portanto, que não se pode separar a filosofia da política; ao contrário, pode-se demonstrar que a escolha e a crítica de uma concepção do mundo são, também elas, fatos políticos’ (Cadernos do cárcere, v. 1). No mesmo sentido, Lukács define a ideologia como algo que transcende o nível epistemológico e se liga diretamente à ação prática."
Carlos Nelson Coutinho, De Rousseau a Gramsci - ensaios de teoria política.
Carlos Nelson Coutinho, De Rousseau a Gramsci - ensaios de teoria política.
01/03/12
Duelo garantido
Após a confirmação de que Rugens Garrichelllo correrá a próxima temporada de fórmula indy, o piloto Michael Schumacher divulgou em sua página na internet que também vai disputar a temporada 2012 da Indy, mas só que pela Chip Ganassi, atual campeã da categoria.
Vejam o comunicado oficial do piloto alemão:
"Estou muito feliz com essa possibilidade, e muito feliz também pelo Rugens. Infelizmente não serei companheiro dele esse ano, mas se ele provar o que sabe ano que vem tem grnades chances de ser nosso piloto número dois lá na Ganassi. Torço muito para que sejamos novamente companheiros de equipe e só guardo boas recordações daquela época. Não sei porque mas foi um momento de muita sorte pra mim. Posso dizer que era até inexplicável! Gosto muito do Rugens e o fato dele ter vindo pra Indy e deixado a F-1 foi decisivo para que eu também viesse."
O presidente do Váixsco da Gama, Roberto Dinamite, disse que ficou muito feliz com a notícia da contratação de Shummy pela Chipi Ganassi e que isso valorizará ainda mais a marca do Váixsco, que patrocina Ruguinho.
Já Rugens não foi encontrado por nossa reportagem para comentar o assunto.
Ainda sobre a próxima temporada da Indy, o piloto japonês Takuma Sato, que também correrá esse ano, declarou que está muito triste com a contratação de Rugens pela KVR. Além de ocupar a vaga de Sato, que por isso teve de mudar para a Rahal Racing, Rugens acabou com as possibilidades de Satoru Nakajima partipar da Indy em 2012.
Ocorre que quando começaram os rumores sobre os possíveis piltos da Indy em 2012, ainda no fim do ano passado, as seguradoras estadunidenses se reuniram e afirmaram que caso Satoru Nakajima e Rugens Garrichellllllo disputassem a Indy ao mesmo tempo elas seriam obrigadas a entrar na justiça sob o argumento de que seria alterado o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de seguro dos carros da categoria.
Apesar disso, Sato ainda espera que Nakajima possa correr ao menos a prova da China. O fato do circuito chines não ser oval aumenta as possibilidades de Nakajima.
Takuma Sato é presidente do sindicato dos pilotos japoneses.
Vejam o comunicado oficial do piloto alemão:
"Estou muito feliz com essa possibilidade, e muito feliz também pelo Rugens. Infelizmente não serei companheiro dele esse ano, mas se ele provar o que sabe ano que vem tem grnades chances de ser nosso piloto número dois lá na Ganassi. Torço muito para que sejamos novamente companheiros de equipe e só guardo boas recordações daquela época. Não sei porque mas foi um momento de muita sorte pra mim. Posso dizer que era até inexplicável! Gosto muito do Rugens e o fato dele ter vindo pra Indy e deixado a F-1 foi decisivo para que eu também viesse."
O presidente do Váixsco da Gama, Roberto Dinamite, disse que ficou muito feliz com a notícia da contratação de Shummy pela Chipi Ganassi e que isso valorizará ainda mais a marca do Váixsco, que patrocina Ruguinho.
Já Rugens não foi encontrado por nossa reportagem para comentar o assunto.
Ainda sobre a próxima temporada da Indy, o piloto japonês Takuma Sato, que também correrá esse ano, declarou que está muito triste com a contratação de Rugens pela KVR. Além de ocupar a vaga de Sato, que por isso teve de mudar para a Rahal Racing, Rugens acabou com as possibilidades de Satoru Nakajima partipar da Indy em 2012.
Ocorre que quando começaram os rumores sobre os possíveis piltos da Indy em 2012, ainda no fim do ano passado, as seguradoras estadunidenses se reuniram e afirmaram que caso Satoru Nakajima e Rugens Garrichellllllo disputassem a Indy ao mesmo tempo elas seriam obrigadas a entrar na justiça sob o argumento de que seria alterado o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de seguro dos carros da categoria.
Apesar disso, Sato ainda espera que Nakajima possa correr ao menos a prova da China. O fato do circuito chines não ser oval aumenta as possibilidades de Nakajima.
Takuma Sato é presidente do sindicato dos pilotos japoneses.
28/02/12
Democracy
“(...) na democracia, cada cidadão comum é de fato um rei – mas um rei numa democracia constitucional, um monarca que decide apenas formalmente, cuja função é apenas assinar as medidas propostas pelo governo executivo.
É por isso que o problema dos rituais democráticos é semelhante ao grande problema da monarquia constitucional: como proteger a dignidade do rei?
Como manter a aparência de que o rei toma as decisões, quando todos sabemos que isso não é verdade?
Trotsky estava certo então em sua crítica básica à democracia parlamentar: não é que ela dê poder demais às massas não instruídas, mas que, paradoxalmente, apassive as massas, deixando a iniciativa para o aparelho do poder estatal (ao contrário dos ‘sovietes’, em que as classes trabalhadoras se mobilizam e exercem o poder diretamente).
Por conseguinte, o que chamamos de ‘crise da democracia’ não ocorre quando os indivíduos deixam de acreditar em seu poder, mas, ao contrário, quando deixam de confiar nas elites, que supostamente sabem por eles e fornecem as diretrizes, quando vivenciam a angústia que acompanha o reconhecimento de que ‘o (verdadeiro) trono está vazio’, de que a decisão agora é realmente deles.
É por isso que, nas ‘eleições livres’, há sempre um aspecto mínimo de boa educação: os que estão no poder fingem educadamente que não detêm de fato o poder e nos pedem para decidir livremente se queremos lhes dar o poder – num modo que imita a lógica do gesto feito para ser recusado.”
(Trecho do livro "Primeiro como tragédia, depois como farsa", de Slavoj Sapoj, Boitempo, 2011)
É por isso que o problema dos rituais democráticos é semelhante ao grande problema da monarquia constitucional: como proteger a dignidade do rei?
Como manter a aparência de que o rei toma as decisões, quando todos sabemos que isso não é verdade?
Trotsky estava certo então em sua crítica básica à democracia parlamentar: não é que ela dê poder demais às massas não instruídas, mas que, paradoxalmente, apassive as massas, deixando a iniciativa para o aparelho do poder estatal (ao contrário dos ‘sovietes’, em que as classes trabalhadoras se mobilizam e exercem o poder diretamente).
Por conseguinte, o que chamamos de ‘crise da democracia’ não ocorre quando os indivíduos deixam de acreditar em seu poder, mas, ao contrário, quando deixam de confiar nas elites, que supostamente sabem por eles e fornecem as diretrizes, quando vivenciam a angústia que acompanha o reconhecimento de que ‘o (verdadeiro) trono está vazio’, de que a decisão agora é realmente deles.
É por isso que, nas ‘eleições livres’, há sempre um aspecto mínimo de boa educação: os que estão no poder fingem educadamente que não detêm de fato o poder e nos pedem para decidir livremente se queremos lhes dar o poder – num modo que imita a lógica do gesto feito para ser recusado.”
(Trecho do livro "Primeiro como tragédia, depois como farsa", de Slavoj Sapoj, Boitempo, 2011)
27/02/12
Rugens no Vasco
E o piloto Rugens Garrichello confirmou que fechou com o Vasco para a próxima temporada da fórmula 1.
A notícia deixou a torcida do Vascão alucinada com a possibilidade de que Rugens reviva os duelos importantes do futebol com a camisa do Vascão na fórmula 1.
Manoel Joaquim, lider do Segundo Comando da Torcida Força Jovem, do Vasco (claro), disse que espera que Ruguinho honre o manto vascaíno, em especial nos duelos contra Michael Schumacher.
A FIA já informou que Ruguinho correrá com o número 2 sob a cruz de malta.
A notícia deixou a torcida do Vascão alucinada com a possibilidade de que Rugens reviva os duelos importantes do futebol com a camisa do Vascão na fórmula 1.
Manoel Joaquim, lider do Segundo Comando da Torcida Força Jovem, do Vasco (claro), disse que espera que Ruguinho honre o manto vascaíno, em especial nos duelos contra Michael Schumacher.
A FIA já informou que Ruguinho correrá com o número 2 sob a cruz de malta.
12/02/12
04/02/12
¡Viva Chile!
Salvador Allende, Lautaro, Caupolicán, Colo Colo, Pedro de Valdívia, Augusto Pinochet, Guerra del Pacífico, Pablo Neruda, Gabriela Mistral, Violeta Parra, Victor Jara, Roberto Matta, Los estudiantes, The Clinique, Valparaiso, La Piedra Feliz, Les Assassins, Liguria, Escudo, Cristal
Kuntsman, Guayacán, Museo Historico Nacional, Cerro Santa Lucia, Mercado Central, El metro, Colo-Colo, La U, Universidad Catolica, Cobreloa, Santiago Wanderers, y mucho más como los andes, atacama, patagonia, la isla de pascua, lagos y volcones.
Por eso hay que volver.
¡Viva Chile!
Kuntsman, Guayacán, Museo Historico Nacional, Cerro Santa Lucia, Mercado Central, El metro, Colo-Colo, La U, Universidad Catolica, Cobreloa, Santiago Wanderers, y mucho más como los andes, atacama, patagonia, la isla de pascua, lagos y volcones.
Por eso hay que volver.
¡Viva Chile!
10/01/12
05/01/12
Selección vino blanco
Creo que Chile tienes que jugar más con la remera blanca.
Si, es que los vinos savignon blanc de la región de valparaiso son increibles.
¡Prueba-los!
Si, es que los vinos savignon blanc de la región de valparaiso son increibles.
¡Prueba-los!
02/01/12
01/01/12
Niño feliz
¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿?????????????
¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡!!!!!!!!!!!!!!!
¡¡¡¡¡¡¡VIVA ESPAÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑA!!!!!!!!!!!!!
¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡!!!!!!!!!!!!!!!
¡¡¡¡¡¡¡VIVA ESPAÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑÑA!!!!!!!!!!!!!
24/12/11
23/12/11
Amizade
(Fêicibuquio) Raposa Preguiçosa quer ser sua amiga no Fêicibuquio
(Lampião) HUAHUAHUAHUAHUAHUHUAHUAHUAHUAHUHUAHAHAHUHAHAHUAHU
(Doutor Marmota) Bicho, somos normais.
(Lampião) HUAHUAHUAHUAHUAHUHUAHUAHUAHUAHUHUAHAHAHUHAHAHUAHU
(Doutor Marmota) Bicho, somos normais.
22/12/11
20/12/11
Missao
"Siqueira escrevera no trapo do pavilhao roto um recado para a noiva. Lembrança que lhe deixava. No seu, Carpenter deixara uma frase para seus pais. O civil estava na praia, nada tinha com aquilo. Era Otavio Correia, um gaucho passeando no Rio. Os dezessete homens marcham, ele lhes pergunta:
- Aonde vao?
- Vamos para a morte.
- E por que?
- Para ajudar a salvar o Brasil.
- Entao tambem vou.
Dao-lhe um fuzil. Ele marcha tambem. Agora sao dezoito. Nao, amiga, agora sao milhares, sao milhoes, porque agora a massa de povo se uniu nesse civil aos soldados."
(O Cavaleiro da Esperança. Jorge Amado)
Obs.: Gracias, Navalha.
- Aonde vao?
- Vamos para a morte.
- E por que?
- Para ajudar a salvar o Brasil.
- Entao tambem vou.
Dao-lhe um fuzil. Ele marcha tambem. Agora sao dezoito. Nao, amiga, agora sao milhares, sao milhoes, porque agora a massa de povo se uniu nesse civil aos soldados."
(O Cavaleiro da Esperança. Jorge Amado)
Obs.: Gracias, Navalha.
18/12/11
Brasil
La invai uma tentativa de formar uma seleçao "brasileira" pra enfrenta os catalaes.
Julio Cesar; Maicon, Tiago Silva, Dede, Marcelo;
Yaya Toure, Hernanes, Ganso e Lucas;
Neymar e Van Persie.
Julio Cesar; Maicon, Tiago Silva, Dede, Marcelo;
Yaya Toure, Hernanes, Ganso e Lucas;
Neymar e Van Persie.
17/12/11
Valeu, Angelim.
16/12/11
Marco sem logica
"La exigencia del diseño del proyecto conforme al metodo del marco logico tampoco ayuda suficientemente a acompañar "processos" que, por su propria naturaleza, son abierto, sujectos a un margen importante de incertidumbre y que exigen una extraordinaria flexibilidad adaptativa para poder producir resultados"
(Joan Prats i Català. De la burocracia al management, del management a la governanza. INAP, Madrid, 2005)
(Joan Prats i Català. De la burocracia al management, del management a la governanza. INAP, Madrid, 2005)
Peso pesado
"Na faculdade a gente não disputava as mulheres em quantidade. A gente disputava em tonelada."
(Doutor Minotauro Italiano)
(Doutor Minotauro Italiano)
10/12/11
Eu sou técnico

Ô fii, corre pra livraria!
A obra apresenta documentos inéditos de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, todos recolhidos em fontes públicas. Apesar de José Serra ser o personagem principal da história, tem uma parte muito interessante sobre o Ricardo Teixeira, meu presidente (é que eu sou técnico).
Veja os comentários do Azenha sobre o livro, em especial sobre a bomba que vai estourar no colo do Ricardo Teixeira.
E uma entrevista com o autor.
Atenciosamente,
Doutor Marmota
Coordenador-Geral de Logística.
Suscribirse a:
Entradas (Atom)





